Por, Lidiane Franqui

Inevitavelmente você colhe aquilo que planta. Mais direto do que isso não tem como ser.

Digo isso porque vejo pessoas por aí plantando feijão querendo colher uvas.Existe uma coisa chamada “Lei de Ação e Reação”, que também recebe o nome de “Lei da Semeadura” e que deveria ser levada muito mais a sério.

Lembro-me do ditado que diz que “a gente colhe o que planta”. Mas não é? Pense bem em como sua vida está. Observe agora o seu passado e as escolhas que fez. Conseguiu encontrar alguma relação?

Na maioria das vezes a resposta é sim, afinal, existem também casos onde a plantação foi feita em tempos dos quais não conseguimos lembrar. Mas reflita e veja que a maioria das nossas aflições e/ou sucessos de hoje têm seu início em escolhas lá do passado. Ou seja, plantamos ontem e hoje estamos colhendo.

Pois bem, como pode você plantar laranjas e querer colher uvas? Do mesmo modo, como pode plantar discórdia e querer paz?

Não é possível alguém que planta amor colher ódio. Sei que você pode pensar que existem muitas pessoas aí roubando, sacaneando e fazendo coisas desse tipo e no entanto têm dinheiro, posição social e tudo mais.

Porém, lembre-se que essas coisas são temporárias e que a maioria dessas pessoas não possuem aquilo que realmente importa: paz, tranquilidade interior e amor.Muitas não sabem sequer o que é ser realmente amado.

Quando falamos de “coisas boas” nos remetemos aos tesouros do espírito e não da carne. Portanto, já parou para pensar no que você está plantando?Se hoje sua colheita é áspera e difícil, coragem para suportar. Mas não cometa o mesmo erro de ontem e prepare para amanhã a semeadura do amor e da felicidade.

Tudo, absolutamente tudo que vivenciamos neste mundo é responsabilidade nossa. Deus não tem culpa, nossos parceiros, amigos e familiares também não têm.

A semeadura é livre; a colheita, porém, é obrigatória!

 

FONTEO Segredo
COMPARTILHAR
A Grande Arte De Ser Feliz

Para todos aqueles que desejam pintar, esculpir, desenhar, escrever o seu próprio caminho para a felicidade.


COMENTÁRIOS