Ainda está para nascer a sociedade que não se esquecerá de ser criança.

Em dias em que Bolsonaros, Dorias, Malafaias e outros ditam as regras do moralismo, da exclusão, dos preconceitos infundados, e das certezas construídas sobre areia movediça, é preciso não esquecer a sabedoria genuína infantil.

Não entendo de fato em que dia nos esquecemos que já fomos crianças. Quando foi que a beleza do mundo deixou de brilhar nos nossos olhos. Quando foi que nos enrijecemos diante da compaixão e do afeto. E como podemos abandonar aquilo que já fomos e pensamos – todos nós – como se a sabedoria da pureza e da ingenuidade não valesse a pena. Não entendo mesmo porquê é tão difícil separar o veneno que nos é ensinado a beber e achar bom e deixar que nas nossas veias corra o sangue do amor ao próximo.

E uma criança, tal qual aquela que mora em nossos corpos adultos, algumas sufocadas e outras risonhas, vem nos ensinar… Aquilo que de tão óbvio se torna esmagadoramente sufocante quando mostra a verdade que pulsa nas nossas vísceras: o mais importante do mundo é o amor. E para ele não há rótulos, nem saberes e nem dizeres. Apenas o ser, na sua condição humana, demasiadamente humana, de sentir e amar!

Porque cada um deles é uma família?

Posted by Quebrando o Tabu on Sunday, May 7, 2017

 

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A Grande Arte De Ser Feliz

Para todos aqueles que desejam pintar, esculpir, desenhar, escrever o seu próprio caminho para a felicidade.


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