Marcelo Pires Vieira, mais conhecido como Belo foi preso neste dia 17 pela Delegacia de Combate às Drogas (DCOD), da Polícia Civil do Rio de Janeiro.

A operação responsável pela prisão do se chama “É o que eu mereço”, uma das músicas do cantor. Ele é investigado por realizar um show no sábado (13), no Complexo da Maré, Zona Norte do Rio, em meio as proibições durante a pandemia.

O evento, que foi realizado em uma escola, não teve autorização do Ministério da Saúde e investigam também a invasão a propriedade.

Segundo investigadores, as salas de aula do Ciep 326- Professor César Pernetta foram utilizadas como camarotes do show.

Foram realizados uma série de buscas na sede da produtora Série Gold. Mandatos de prisão preventivas foram cumpridos contra Marcelo Pires Vieira, o Belo, cantor, Célio Caetano, sócio da produtora, Henriques Marques, o Rick, sócio da produtora e Jorge Luiz Moura Barbosa, o Alvarenga, chefe do tráfico no Parque União.

Na oportunidade, o cantor afirmou: “Fizemos o show seguindo todos os protocolos. Não temos controle do geral. Isso nem os governantes têm. As praias estão lotadas, transportes públicos, e só quem sofre as consequências são os artistas. Que foi o primeiro segmento a parar, e até agora não temos apoio de ninguém sobre a nossa retomada. Sustentamos mais de 50 famílias.”

Na data de hoje, após deixar a prisão, Belo usou sua rede social para agradecer.

Em uma série de vídeos no Instagram, o pagodeiro chorou muito. Sem conseguir falar nada, ele expressou seu sentimento escrevendo na legenda: “Grito em silêncio! Gratidão a todos! Deus é maior! Justiça”.

 

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