Cristiana Olivera (58) é só elogio para a atuação da encantador Alanis Guillen em Pantanal. Ela explicitou toda a sua admiração pelo trabalho da colega que interpretou, no remake de Pantantal, a mesma personagem que ela interpretou na versão original: a Juma.

Cristiana usou seu perfil no Instagram para homenagear a colega e compartilhar fotos que tiraram juntas: “Pequena, hoje eu tenho certeza que você vai sentir a mesma coisa que senti quando me despedi da Juma em 1990. Emoção, saudades, gratidão, amor, identificação, respeito… Agora e sua vez”, começou ela.

“Sabe que desde o início estive com você, e sabia que iria fazer a “sua” Juma do seu jeito, com a sua personalidade, sua identidade, sua sensibilidade e sabedoria. E você a fez. Brilhantemente, no seu ritmo, no seu entendimento e inteligência. A Juma é a Juma… ela escolhe as intérpretes dela. E nos escolheu. Obrigada, Juma! Por ser tão especial e mágica! E nos ensinar tanto… Não é, @alanissguillen?”, falou a veterana.
Marcelo Adnet posta cliques raros com a filha – Reprodução/Instagram

Alanis comentou a postagem de Cristiana e retribuiu o carinho que lhe foi dedicado:
“Cris, amor!!!!! Imersa numa gratidão imensa! Te ter por perto nesse processo me foi potente demais! Te ter na vida. Juma é Juma. O quanto fui transformada por ela, não se mensura. Evoca em nós algo que talvez não seja “entendível”, e sim vivido. Sentir. Que bom que nos permitimos ser tomadas pela onça. Que bom poder viver e contar essa história”, disse a atriz.

Veja a atuação de cristiana:

Um pouco da atuação de Alanis:

Sobre a personagem Juma Marruá, interpretada primeiramente por Cristiana e, na versão atual, por Alanis:

Segundo resumo do Globoshow, trata-se da filha de Gil (Enrique Diaz) e Maria Marruá (Juliana Paes), Juma cresce sob os cuidados da mãe, que a ensina a se defender de tudo e todos. Nasceu e viveu limitada ao pedacinho de terra que era de José Leôncio (Renato Góes/ Marcos Palmeira), mas que seus pais tomaram posse ao desembarcarem no Pantanal. Tal qual a mãe, Juma incorpora Marruá. Mais do que o nome, a forma selvagem e visceral de viver. De Maria, Juma herda os hábitos, as artes da caça e a capacidade de não depender de ninguém para nada. Acredita, como a mãe, que nesta vida está melhor quem está só. Até conhecer Jove (Jesuíta Barbosa), por intermédio do Velho do Rio (Osmar Prado), que traz o rapaz ferido para sua tapera. Deste momento em diante Juma, que vivera sempre tão atenta e alerta aos ardis do bicho homem, se torna cativa de um novo sentimento. A mãe não a preparou para se defender do amor.

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