Por Redação Refletir

Magno Grilenzoni, de São Paulo, é o protetor de animais que compartilhou no facebook uma conversa de whatsapp com a possível adotante, identificada com Cláudia. Cláudia gostaria de adotar um cachorro mas alertou que, por “questões estéticas”, só aceitaria animais de raça.

Magno respondeu com muito bom humor, espia:

O post viralizou e teve mais de 8 000 curtidas e 28 000 compartilhamentos.

Infelizmente este não é um fato isolado: quem não lembra do caso de Luisa Mell? Luisa organizou uma feira de adoção e o pessoal achou que encontraria cachorros com pedigree, aqueles resgatados por ela de um criador em Osasco. Teve até fila na porta. Quando percebeu que só havia vira-latas, a turma foi embora.

É sempre bom lembrar que as ONGs possuem o objetivo de ajudar animais em situações precárias e a idéia destas iniciativas é o bem estar do bichinho, e não criar facilidades para o ser humano. A maioria dos cães e gatos resgatados não possuem raça definida. Quem ajuda os animais não faz este tipo de distinção.

Fica a reflexão: será que buscar status social por meio do cachorro é algo importante? Todos os animais, com ou sem pedigree, são ótimos amigos e sempre aprendi que isso deveria ser o mais importante.

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