O rei Mohammed VI do Marrocos enviou 8 milhões de máscaras e milhões de outras peças de equipamento de proteção individual (EPI) para 15 países africanos diferentes.

Incluindo quase um milhão de viseiras faciais, 600.000 toucas de plástico e 60.000 vestidos, o auxílio será distribuído entre Burkina Faso, Camarões, Comores, Congo, Eswatini, Guiné, Guiné-Bissau, Malawi, Mauritânia, Níger, República Democrática do Congo, Senegal, Tanzânia, Chade e Zâmbia, de acordo com uma declaração do Ministério das Relações Exteriores.

O COVID-19 demorou a chegar à África, mas como muitos países europeus e asiáticos estão começando a reabrir, a pandemia está em movimento em muitos países do continente.

Tendo visto exemplos bem-sucedidos de derrota ao COVID-19 em países como Coréia do Sul, Alemanha e Nova Zelândia, Marrocos e outras nações africanas já têm exemplos de casos e práticas recomendadas para basear estratégias de defesa – e é nisso que Marrocos espera incentivar e apoiar em outras nações.

Também ocorreu poucos dias depois que o Marrocos mostrou seu desejo de construir a sede do Centro Africano de Controle e Prevenção de Doenças no país, sob os auspícios da União Africana.

Registrando seu primeiro caso em 2 de março, Marrocos viu apenas 200 mortes e cerca de 9.000 infecções.

Além de tornar as máscaras obrigatórias em público, o Marrocos pintou máscaras nas frentes de seus vagões e trens como uma maneira atraente de aumentar a conscientização.

Traduzido do site: Good News Network

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