ARQUIVO 17/02/1987 CADERNO2 LITERATURA - Escritor Caio Fernando Abreu FOTO JUVENAL PEREIRA / ESTADÃO
Ando tropeçando em absurdos. Em desassossegos também. Tem gente que tirou o mês pra me chatear, me colocar pra baixo, me jogar em cima um amontoado de energias ruins. Tem gente que tem esse dom. De não ser feliz e querer enferrujar o sorriso alheio.
Aí eu lembro daquela música do Forfun: “Faço de mim casa de sentimentos bons, onde a má fé não faz morada e a maldade não se cria.” Me cerco de boas intenções, me reservo pros poucos e melhores amigos. Me encho de luz lendo Adélia e Manoel. Me permito o riso.
Porque, na verdade, o que eu levo aqui dentro é maior que tudo. É maior porque é do bem e vem fresquinho. Eu vivo mesmo é de claridades e não vai ser qualquer gentinha à toa que vai enfraquecer minha fé na vida e minha vontade de sorrir pro mundo.
Pra você que não aprendeu a ser feliz e que não tem olhos pra esticar horizontes, eu canto o meu refrão: ‘Sendo aquele que sempre traz amor, sendo aquele que sempre traz sorrisos. E permanecendo tranquilo aonde for. Paciente, confiante, intuitivo.’
Yeah, Baby, Yeah!
Trauma relacional: quando não foi um evento, mas uma falta constante de amparo. Entenda sinais,…
No quinto capítulo da série, um retrato mais literário — e totalmente pé no…
As alergias sazonais afetam milhões de pessoas todos os anos. Elas trazem consigo espirros,…
As apostas on-line tiveram um crescimento explosivo no Brasil nos últimos anos. Com o mundo…
Good American jeans are more than just a staple in your wardrobe—they’re versatile pieces that…
Marrocos representa um fascinante encontro entre tradições milenares e paisagens extraordinárias, oferecendo aos viajantes uma…