Renata Sorrah está de volta às novelas. Em “Vai na Fé”, trama das 19h que acaba de estrear na Globo, na trama, ela é uma atriz consagrada, que, com o passar dos anos, passa receber poucos convites para trabalhar. A partir de então, a personagem se torna amarga e vingativa.

Na festa de lançamento da novela, no Rio, a atriz foi instigada a comentar sobre seus colegas, em especial sobre Cássia Kiss. Embora tentasse não falar mal dos amigos e colegas, mas em dado momento, ela não se conteve. Questionada sobre sua relação com Cássia Kis, ela fecha a cara e não hesita. “Sem condições… Um horror. Tudo ali é um horror”~

Ela, então, muda o semblante e volta a falar da nova novela: “Estou amando tudo: o texto da Rosane [Svartman, autora] e a leveza do elenco. O meu núcleo é cheio de humor e já definiram a Wilma como vilã, mas eu não acho, não. Ela é grossa, completamente sem filtro e magoada com a vida”.

“Ela era uma celebridade, que foi envelhecendo e os papéis foram ficando difíceis. Um exemplo clássico de etarismo e, embora seja sustentada pelo filho, o cantor Lui (José Loreto), ela o considera brega e cafona (risos).”

Segundo publicado pelo site Diário de Minas, “além do etarismo, temas como racismo, preconceito e relações tóxicas serão abordados na trama”. Mas tudo de modo leve e com bom humor. Renata diz
achar “ótimo” levantar discussões já que, na sua opinião, essa é uma das funções do ator. Mas jura que nunca se sentiu preterida por causa da idade.

“Acho que uma das profissões mais generosas com essa questão da idade é a do ator porque quando se começa criança, faz papel de criança. Depois, interpreta uma pessoa jovem, depois uma pessoa mais madura e até chegar a avó. Isso não acontece algumas profissões, por exemplo”,afirmou a atriz.

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