Graças a esta tecnologia, a detecção e o tratamento serão melhores.

Embora os efeitos do relaxamento da quarentena ameacem uma segunda onda em países que já superaram os piores momentos iniciais da pandemia, e em outros, como Estados Unidos e Brasil, o pico não só parece não passar como está piorando a cada dia.

Cientistas de todo o mundo estão trabalhando para desenvolver soluções contra a Covid-19 e, ao mesmo tempo, entender mais e melhor a doença em toda sua complexidade. 

Para isso, cientistas britânicos desenvolveram um modelo impresso em 3D de um pulmão afetado pelo pico de infecção do coronavírus. Conforme relatado pela Reuters Brasil, o modelo é feito em tamanho real e foi baseado em uma tomografia computadorizada de um paciente de Belfast, Irlanda do Norte, infectado com Covid-19 após 14 dias de desenvolver a doença no corpo.

A ideia é usar a novidade não só para ilustrar o impacto da doença no órgão em seu auge, mas também para planejar possíveis cirurgias em casos mais graves: a impressão revela em amarelo o pus inflamatório presente no pulmão, assim como no tecido cicatrizado dentro das vias aéreas que impedem o transporte de oxigênio para o sangue do paciente infectado, causando a costumeira falta de ar em pacientes com a doença.

O paciente usado como base para o desenvolvimento do modelo sobreviveu feliz, mas parte do estudo também visa apontar possíveis impactos permanentes da doença na saúde dos infectados.

A impressão é dividida em oito partes, permitindo ao médico abrir o pulmão impresso para uma visão mais ampla e detalhada dos efeitos da doença.

O modelo foi desenvolvido pela axial3D , uma empresa com sede em Belfast especializada em produtos médicos de impressão 3D e também tem como objetivo educar o público sobre os efeitos letais do Covid-19 e, assim, evitar uma segunda onda adicional da pandemia em todo o mundo.

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