“Parafraseando Saint Exupéry, ‘Tu te tornas’ eternamente responsável, pelas suas tralhas afetivas, pelo último gole, segundo porre, ralado no joelho, esfolado no coração, um tiquinho de sensatez, todas as despedidas, tamanho do pódio e dimensão da queda, desculpas esfarrapadas e saudade desgastada”. Ita Portugal
Por Nara Rúbia Cristina Ribeiro, advogada especializada em Direito da Saúde O seu plano de saúde…
Existe um tipo de confusão que não nasce da falta de memória, da distração ou…
Trauma relacional: quando não foi um evento, mas uma falta constante de amparo. Entenda sinais,…
No quinto capítulo da série, um retrato mais literário — e totalmente pé no…
As alergias sazonais afetam milhões de pessoas todos os anos. Elas trazem consigo espirros,…
As apostas on-line tiveram um crescimento explosivo no Brasil nos últimos anos. Com o mundo…