Um feirante de La Plata, na Argentina, guardou, por um mês, uma carteira com o equivalente a R$ 38 mil em dinheiro vivo dentro. O objeto havia sido esquecido por uma cliente em sua banca de verduras.

De acordo com o Sr. Ronald, que dirige a banquinha, a consumidora deixou a carteira para atrás após se ocupar com as muitas sacolas de compras que havia feito.

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No entanto, os dias começaram a passar, dando lugar a semanas, e o objeto permaneceu na loja: “Há um mês, passou um cliente que esqueceu essa carteira. Eu não sabia de quem era e nunca abri. Achei que alguém viria procurá-la, mas passaram-se dias, semanas, até que o mês acabou”, disse Ronald ao portal “0221 Argentina”.

Quando parecia que a carteira não ia ser reclamada, uma mulher apareceu procurando por ela: “Ela já tinha dado por perdida. Ela veio outro dia e me perguntou se por acaso tinha deixado a carteira aqui.”

De fato, a carteira ainda estava na mercearia e a mulher, que já tinha desistido de sua posse, não conseguiu conter as lágrimas: “Fui buscá-la e a senhora começou a chorar, ela me disse que continha muito dinheiro e que teria sido um baita prejuízo (se não tivesse a recuperado).

A senhora, na casa dos sessenta anos, pediu-lhe que fechasse a porta e abriu a carteira, que estava repleta de maços de notas; e detalhou que havia uma cifra de 500 mil pesos, o equivalente a R$ 38 mil. Nesse momento, ela lhe ofereceu uma recompensa por ter cuidado de sua carteira, que ele não quis aceitar mas, por sua insistência, acabou concordando.

Nesse contexto, a mulher saiu da mercearia feliz, mas não antes de dizer a Ronald que, quando a pandemia acabar, ela vai convidar ele e toda a família para comer na casa dela como forma de agradecimento.

Depois de contar a história, Ronald comentou que nunca lhe passou pela cabeça abrir a carteira, muito menos pensar que havia tanto dinheiro, e que agiu assim por causa da educação de seu pai e da situação atual na Argentina.

“Isso me faz se sentir bem, com essa bagunça que estamos passando no país, com certeza ele precisava mais dela do que de mim, porque eles são ótimas pessoas. Meu velho me disse ‘o que não é seu, não pegue’ ”, concluiu.

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Fonte: Upsocl

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